Foi-se!
Escafedeu-se de vez.
Adeus aquela criatura atarantada
Que se preocupava demais
Com as pulgas de trás da orelha,
Com coisas de somenos importância,
Acabou ficando com a cabeça cheia de minhocas.
Um formigão bem que lhe deu então a ideia de fuga:
De usar as minhocas lá com seus anzóis,
Numa pescaria sem compromissos, só pra relaxar,
Para se distrair a tempo de não perder a cabeça
Com as preocupações da lida baratinada
dentro do labirinto do dia-após-dia.
Mas ela não se deixou incutir
com a dica e, alheia, plufth!
com a dica e, alheia, plufth!
A maldita cuca pegou em cheio.
E jaz! Era uma vez a tal criatura
E jaz! Era uma vez a tal criatura
desfeita assim tal qual formiga cabeçuda
Atordoada com todos os grilos. Coitada!
Ah! Como me pego feito "formiga-cabeçuda"... inúmeras vezes!! E, não serve para nada!
ResponderExcluirAbraço, Célia.